domingo, 14 de junho de 2009

Gotículas no azulejo


Tão juntas uma das outras
Milimetricamente distantes
Mal sabem elas que com uma simples junção
A estatização se desarticulará
Para um caminho dinamizado
Dinamitizado, explosão de movimentos
Corrida desenfreada para o futuro
Que culminará corrente ou poente
Vencendo fendas ou ...
Ou armando tendas.

14 comentários:

Fabrício Romano disse...

Ou os dois: vencendo tendas E armando tendas. Foto bacana. Abração.

Anais da Sociedade disse...

Garrastazu
Stalin
Erasmo Dias
Franco
Lindomar Castilho
Nixon
Delfim
Ronaldo Bôscoli
Baby Doc
Papa Doc
Mengele
Doca Street
Rockfeller
Afanásio
Dulcídio Wanderley Bosquila
Pinochet
Gil Gomes
Reverendo Moon
Jim Jones
General Custer
Flávio Cavalcante
Adolf Hitler
Borba Gato
Newton Cruz
Sérgio Dourado
Idi Amin
Plínio Correia de Oliveira
Plínio Salgado
Mussolini
Truman
Khomeini
Reagan
Chapman
Fleury

Nome aos Bois

Roza Wiking disse...

pensei em tantas coisas... e nos azulejos de herança portuguesa!

Poderias colocar uma pequena descrição sobre a foto, quando, como e onde ela foi batida! Ela não parece mera ilustração...

Eduardo Martins disse...

- Jovem Fabrício, os Sem-Terras armam tendas... rs
- DonA Anais da Sociedade, você está muito musical héin?!? Que
bom! Os ditos são pessoas que
de uma maneira ou de outra, unidas ou não, tornaram o amanhã um outro dia. Bom ou ruim. Interessante foi a visão que a união pode ser p/ o bem e p/ o mal. Fiz pensando no bem...

- Dona Roza, o bom da poesia é a reflexão. A pulga atrás da orelha e o quebra-cabeça que é o somatório de imagem, poesia e até o próprio título, às vezes,nos revelam muita coisa. Desconfie do óbvio... E em relação a foto se você clicá-la, poderá obter esse dados no site no qual será reportada. Infelizmente, não tenho essas informações. Ela é muita boa e ocasional.

bjos e abraços

Luiz disse...

Nossas vidas são como gotas no azulejo. Estamos parados tranquilamente, e, de repente, uma força nos impele a prosseguir por um determinado caminho. Será que é possível resistir a essa força? Talvez... enquanto a gota não escorrer, cair ao chão e secar, tudo é possível... até mesmo mudar o seu curso...
Abraços

Malu Paixão disse...

Adorei o espaço aqui.. tanto nessa, quanto nas outras postagens vc brinca com as palavras, seus fonemas e significados, e adoro isso!
quanto a ditadura, concordo com vc.. legalmente não vivemos (Graças a Deus) pois ainda há a tal liberdade de expressão, direito de voto etc.. mas se tivermos em mente a manipulação do povo quanto à reeleição..
bom, é isso! estarei por aqui sempre que puder eduardo,
bjão

João Gilberto disse...

A minha 'preocupação' é depois que se reunem, para onde vão? O que vão fazer? Valerá a pena? Quem sabe?

Eduardo continua bem sua série dos dias 14. Parabéns!

Ricardo Valente disse...

Nem sempre o dia vem... De qualquer forma, ele sempre vai. Muito bons posts... abração!

Tainan Diniz disse...

Genial ! Simplesmente GENIAL !

Arlequim disse...

Vamos avisar as gosticulas JÁ! rs
Beijão

Extase disse...

e a prmessa que isso ia mudar,mais post?

Eduardo Martins disse...

Luiz Carlos Vasconcellos – Como já havia te relatado em nossas conversações virtuais, o trabalho artístico quando sai das mãos de seu criador possui múltiplos signifcados. Você deu um significado coerente e que não havia pensado. Espero que minha poesia tenha essa multiplicidade e aguce as mentes alheias. Espero trabalharmos novamente;

Dona Malu Paixão – Já pensou se essa brincadeira colasse com as crianças?

Poeta c/ nome de cantor - O grande lance é tentar, correr, a práxis (pensar, agir e pensar); inerte é que não pode ficar e quando isso ocorre é o fim. E se valerá a pena? Só tentando;

Ricardo Valente – A única certeza que nós temos é que vamos... Agora o que faremos antes de chegar...

Tainan Diniz – Obrigado!

Arlequim –
Ouça um bom conselho
Que eu lhe dou de graça
Inútil dormir que a dor não passa
Espere sentado
Ou você se cansa
Está provado, quem espera nunca alcança

Venha, meu amigo
Deixe esse regaço
Brinque com meu fogo
Venha se queimar
Faça como eu digo
Faça como eu faço
Aja duas vezes antes de pensar

Corro atrás do tempo
Vim de não sei onde
Devagar é que não se vai longe
Eu semeio o vento
Na minha cidade
Vou pra rua e bebo a tempestade

Já dizia o velho Chico.
Avise-as não (rs)

Êxtase – Éééé meu leitor, armei tendas, mas é por falta de tempo. Ficaremos nos dias 14 mesmo.

abraços e beijos

Felinea disse...

e o amanhã sempre vem. é só a gente não parar. e não deixar que nos parem.

show de blogue!

miados de cá.

Giovanna Cóppola disse...

Eduardo, vi o link para o seu blog em uma comunidade no Orkut e vim dar uma olhada, tem muita coisa bacana aqui, é bom encontrar um blog onde o autor diz o que deve ser dito. Vou adicioná-lo aos favoritos e visitá-lo mais vezes. ;)