sexta-feira, 14 de agosto de 2009

A sesta vespertina


Olhos abertos
Observadores
Olhos fechados
Boca entreaberta
Seios hiper, hipo, hiper...
Olhos abertos
Contempladores
Olhos abertos
Assustados
Olhos fechados
Um beijo

13 comentários:

Roza Wiking disse...

Tudo isso me faz sentir saudade de uma cama que está longe!
Poucas vezes li um poema tão justo para um ato tão claro!

Amei!

Ricardo Valente disse...

Que se faça assim, com prazer!
Amém!
Abração!

ebrifestante disse...

São as palpitações nos abraços, apertados, leves. Ás vezes só o sentir de uma mão no ombro, um dedão do pé que se encontra, a respiração, sentir um olhar e despertar. É sentir-se feliz dormindo apenas por saber que está ao lado...

Charlotte disse...

ad infinitum...

isso aí podia durar é muito tempo mesmo... como diz a Roza, fez sentir saudades...

Extase disse...

ei e aquela promessa de atualizar mais isto aqui?

Arlequim disse...

tão sutil

Achado de Anis disse...

Tão imagético seu poema. Tem cenas em novas vidas que são preciosas e que só um "observador do cotidiano" pode nos relatar. Parabéns por ser justo sem perder a ternura.
abraço e siga em frente.

Eduardo Martins disse...

À todos - Esse poema comemorativo é para minha amada Juliana, de codinome Ebrifestante.

Extase disse...

ola, amigo como vai?

J. Gilberto disse...

Saudade das minhas sestas vespertinas e da minha namorada.

Agora tenho que voltar ao trabalho, é ainda começo da tarde e minha namorada está estudando.

Até mais.

Luiz disse...

O mundo hodierno nos fez esquecer o quanto é bom tirar aquela soneca depois do almoço. É um corre-corre, tanta preocupação, tanto estresse, que quando pensamos em fazer uma gostosa sesta, ficamos com medo de sermos apanhados pelo nosso refluxo gastroesofágico... se for para dormir com culpa, é melhor ficar acordado...
Abraço,
Luiz Vasconcellos.

Fabrício Romano disse...

Poxa, eu tinha perdido o endereço do seu blog. Achei, :).

Regis Passos disse...

disse tudo em poucas palavras... gostei